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23 de setembro de 2015, 10:44 - Por Assessoria de Comunicação

Jovens do Programa de Aprendizagem apresentam projeto sobre automedicação

Alunos participam de simulação para alertar o público

Alunos participam de simulação para alertar o público

O uso de medicação por conta própria pode acarretar sérios danos à saúde, inclusive levar a óbito. Pensando nisso, os alunos do curso de Aprendizagem Profissional Comercial em Serviços de Drogarias realizaram a ação “Não Estimule a Automedicação: do perfil profissional à prática comercial do atendente de farmácia”, com a presença de diversos profissionais da área da saúde, o que possibilitou a troca de informações e a ampliação do conhecimento sobre o tema. A ação ocorreu no auditório do Senac em São Luís na manhã da terça-feira, 22, e contou com exposição de pesquisas, debates, palestras e até mesmo uma simulação de situações de automedicação.

Os próprios alunos sentiram interesse pelo assunto, já que a prática de atendimento em farmácias é importante para o processo de ensino-aprendizagem. O aluno Higor Mateus explicou que o atendimento em uma farmácia realizado de forma inapropriada pode gerar uma série de consequências. “Um bom exemplo é a venda de antibióticos de forma indiscriminada, nós aprendemos que eles podem eliminar as bactérias, mas também proliferar no organismo, causando grandes problemas”, argumentou.

5Foram apresentados, ainda, resultados de uma pesquisa sobre medicamentos naturais comercializados no Mercado Central e no Centro Histórico de São Luís. A pesquisa revelou que, além da maioria dos produtos não conter o selo de qualidade da Anvisa e do Ministério da Saúde, os medicamentos encontram-se em situação de armazenagem inadequada. Vale ressaltar que existem produtos dentro das normas de qualidade estabelecidas. Sobretudo, a pesquisa serviu para perceber que 100% da venda de remédios são prescritas pelos próprios vendedores, de acordo com a sabedoria popular repassada de geração para geração, mas sem embasamento científico.

Os especialistas presentes foram convidados para uma roda de conversa, em que alunos e profissionais expuseram opiniões e procedimentos imprescindíveis para evitar a automedicação e estimular a procura por hospitais.

A Simulação

A simulação feita durante o evento chamou a atenção para práticas cotidianas de muitas pessoas. Na dramatização, um rapaz chega em casa e se depara com o seu pai sofrendo com grandes dores no corpo, pedindo para o filho pegar um remédio para ele tomar. O filho repreenda a atitude do pai e o leva ao médico, onde é receitado uma série de exames e posteriormente um remédio, solucionando o problema.

Em seguida, o jovem encontra um amigo na rua, com fortes dores, semelhantes às que o pai dele sentiu. Então, ele recomenda o remédio, que seria “milagroso”. O amigo toma o remédio e acaba passando muito mal, devido à alergia desencadeada por um composto do medicamento. Só assim o amigo procura um médico, que passa um remédio para bloquear o efeito da substância ingerida, deixando tudo bem novamente.

A mensagem da simulação, segundo o seu criador e balconista da farmácia Pague Menos, Thyago Azevedo, é que “a automedicação gera muitos riscos à saúde humana”.

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Profissionais expõem cases e temas relacionados a automedicação

O evento contou com a participação do Diretor Regional do Senac, Ahirton Lopes; da gerente do Senac em São Luís, Tamires da Silva; da coordenadora do Posto Avançado de São Luís, Jacksiane Mendonça; do psicólogo do Centro de Atenção Psicossocial (CAPs), Augusto Mochel; dos bioquímicos da farmácia Pague Menos, Antônio Carlos de Jesus e Rosa Maria; e da enfermeira do Hospital Municipal Djalma Marques (HMDM – Socorrão I)..

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